segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Avenged Sevenfold: preços dos shows em SP e RJ



Os preços dos shows em São Paulo e no Rio de Janeiro da banda californiana AVENGED SEVENFOLD, em sua tour Nightmare, foram divulgados.
Rio de Janeiro
Citibank Hall
CAMAROTES
R$ 250,00 (inteira) / R$125,00 (meia)
POLTRONAS
R$ 200,00 (inteira) / R$100,00 (meia)
PISTA
R$ 140,00 (inteira) / R$70,00 (meia)
PISTA PREMIUM
R$ 250,00 (inteira) / R$125,00 (meia)
São Paulo
Credicard Hall
PISTA
R$120,00 (inteira) / R$60,00 (meia)
PISTA PREMIUM
R$250,00 (inteira) / R$125,00 (meia)
CAMAROTES SETOR I
R$250,00 (inteira) / R$175,00 (meia)
CAMAROTES SETOR II
R$200,00 (inteira) / R$100,00 (meia)
PLATEIA SUPERIOR I
R$90,00 (inteira) / R$45,00 (meia)
PLATEIA SUPERIOR II
R$80,00 (inteira) / R$40,00 (meia)
PLATEIA SUPERIOR III
R$80,00 (inteira) / R$40,00 (meia)
No Rio de Janeiro, está liberada a entrada de menores até 15 anos acompanhados de responsáveis, e a partir de 16 desacompanhados. Em São Paulo, menores de 14 não entram, 14 e 15 entram acompanhados por responsáveis e a partir de 16 anos podem entrar desacompanhados.
Haverá a pré-venda exclusiva para clientes Credicard, Citibank e Diners entre os dias 14 e 20 de fevereiro, e a venda para o público geral começa no dia 21 de fevereiro.

Iron Maiden: a tragédia pessoal do baterista Clive Burr

Quando o baterista CLIVE BURR foi chutado do Iron Maden, em 1982, ele achou que as coisas não poderiam piorar muito. Daí ele foi diagnosticado com esclerose múltipla e sua vida virou de pernas pro ar...
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Começou primeiramente em suas mãos. De todos os lugares, suas mãos – as ferramentas de seu comércio. Era apenas uma sensação de formigamento a princípio, nada de mais ou muito preocupante; inconveniente ao invés de doloroso. Mas não passava. E, ao invés de piorar, foi ficando continuamente, preocupantemente pior. A dedução de CLIVE BURR sobre o formigamento em suas mãos era simples: era por causa da bateria. A culpada deve ser toda aquela bateria que ele tocou por anos.
‘Bata nelas com força’, ele tinha imprimido em suas baquetas feitas por encomenda. “E eu sempre bati”, ele diz. “Então eu continuei. Eu guardei aquilo no fundo da minha cabeça, tentei não pensar nisso”.
Isso foi no fim dos anos 80, ele acha. 1988 ou talvez 89. Um longo tempo depois de ele ter deixado o Iron Maden. Ele tinha ocupado o banquinho de uma meia dúzia de bandas desde o Maiden.
Por volta de 1994, estava tão ruim que ele não podia continuar ignorando. “Eu vivia deixando as coisas caírem”, ele diz. “Eu não conseguia segurar nada direito. Eu mal podia segurar minhas baquetas”. Quando ele não conseguia mais rodar as baquetas entre seus dedos – o tipo de truque que ele conseguia fazer com os olhos fechados dois anos antes – tinha chegado a hora de consultar um médico.
O diagnóstico levou meses. Houve testes e exames, mais testes, até que eventualmente tudo culminou no consultório de um clínico, um homem de cara fechada com notícias muito ruins. Pior, impossível. Os exames revelaram esclerose múltipla, e duma variação particularmente virulenta e agressiva da doença, e por isso chamada de EM Inicial Agressiva. A vida do Sr. Clive Burr estava prestes a mudar para sempre.

Hoje em dia, o homem que fornecia a frenética, porém sempre distinta e original espinha dorsal rítmica dos três primeiros discos do Iron Maiden, está numa cadeira de rodas. Algumas vezes, apenas sair da cama para encarar um novo dia é uma luta. “Eu fico muito cansado”, ele diz. Eu nem sempre consigo fazer o que quero.”
A bateria dele está numa garagem em sua casa especialmente adaptada, em Wanstead, zona leste de Londres, que ele divide com sua parceira Mimi, uma ex-professora de catecismo que também tem EM. “Meeeeeeeeemes”, ele grita, repetidamente ao longo de nossa entrevista. “Onde está o meu Rosie?” [Rosie Lee = marca de chá]. “Eu só tiro a bateria quando meus sobrinhos veem agora”, ele diz. “Eles parecem gostar”. Para Clive, agora com 53 anos de idade, é só até aí que a coisa vai hoje em dia.
Em outro aglomerado de tralhas está uma pilha de pratos Paiste danificados, quebrados em vários shows da turnê Beast On The Road em 1982; um lembrete contundente, se fosse preciso, do baterista poderoso que ele uma vez foi. Seus dias de baterista estão acabados.

Matanza: Donida fala sobre afastamento da banda



Embora tenha composto e gravado as guitarras do novo CD do MATANZA ("Odiosa Natureza Humana"), o guitarrista Donida tinha decidido parar de excursionar com a banda e se dedicar, em tempo integral, à função de desenhista e ilustrador desde o ano de 2008 - ano em que a banda fazia shows da turnê do CD/DVD "MTV Ao Vivo Apresenta".
Sobre as razões de sua decisão, Donida falou ao "Globo Online": "Eu não aguentava mais viajar, dormir pouco, fazer 90 shows por ano e ter que trabalhar na segunda-feira. Nunca quis ter a banda como minha principal fonte de renda. Minha arte não é para isso. Então, parei com as viagens, embora continue compondo e gravando os discos. Eu não sabia quem chamaria para me substituir, até que pensei no guitarrista do Torture Squad, uma banda que eu adorava. Quando liguei para o cara, Maurício Nogueira, ele estava trabalhando como bilheteiro na rodoviária de Santos. A banda tinha se mudado para o exterior, ele tinha mulher, filho, teve que ficar, e tinha parado de tocar. Adorou o convite e em três dias aprendeu o nosso repertório".