quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Ultima carta do grunge ( Kurt Cobain )



Para Bodah
Falando como um simplório experiente que obviamente preferiria ser um efeminado, infantil e chorão. Este bilhete deve ser fácil de entender. Todas as advertências dadas nas aulas de punk rock ao longo dos anos, desde minha primeira introdução a, digamos assim, ética envolvendo independência e o abraçar de sua comunidade, provaram ser verdadeiras. Há muitos aons eu não venho sentindo excitação ao ouvir e fazer música, bem como ao ler e escrever. Minha culpa por isso é indescritível em palavras. Por exemplo, quando estou atrás do palco, as luzes se apagam e o ruído ensandecido da multidão começa, nada me afeta do jeito que afetava Freddie Mercury, que costumava amar, se delíciar com o amor e adoração da multidão - o que é uma coisa que totalmente admiro e invejo. O fato é que não consigo enganar vocês, nenhum de vocês. Simplesmente não é justo para vocês e para mim. O pior crime que posso imaginar seria enganar as pessoas sendo falso e fingindo que estou me divertindo100 por cento. Às vezes acho que deveria acionar um despertador antes de entrar no palco. Tentei tudo que está em meus poderes para gostar disso (e eu gosto, Deus, acreditem em mim, eu gosto, mas não o suficiente). Me agrada o fato de que eu e nós atingimos e divertimos uma porção de gente. Devo ser um daqueles narcisistas que só dão valor as coisas depois que elas se vão. Eu sou sensível demais. Preciso ficar um pouco dormente para ter de volta o entusiasmo que eu tinha quando criança. Em nossas últimas turnês, tive um reconhecimento por parte de todas as pessoas que conheci pessoalmente e dos fãs de nossa música, mas ainda não consigo superar a frustração, a culpa e a empatia que tenho por todos. Existe o bom em todos nós e acho que eu simplesmente amo as pessoas demais, tanto que chego a me sentir mal. O triste, sensível, insatisfeito, pisciano, pequeno homem de Jesus. Por que simplesmente você não aproveita? Eu não sei! Tenho uma esposa que é uma deusa, que transpira ambição e empatia, e uma filha que me lembra demais como eu costumava ser, cheia de amor e alegria, beijando todo mundo que encontra porque todo mundo é bom e não vai fazer mal a ela. Isto me aterroriza a ponto de eu mal conseguir funcionar. Não posso suportar a idéia de Frances se tornando o triste, autodestrutivo e mórbido roqueiro que eu virei. Eu tive muito, muito mesmo, e sou grato por isso, mas desde os sete anos de idade passei a ter ódio de todos os humanos em geral. Apenas porque parece muito mais fácil se relacionar e ter empatia. Apenas porque eu amo e sinto demais por todas as pessoas, eu acho. Obrigado do fundo do meu nauseado estômago queimado por suas cartas e sua preocupação ao longo dos anos. Eu sou mesmo um bebê errático e triste! Não tenho mais a paixão, então lembrem, é melhor queimar do que se apagar aos poucos. Paz, Amor, Empatia.
Kurt Cobain
Frances e Courtney, estarei em seu altar. Por favor, vá em frente, Courtney, por Frances. Pela vida dela, que vai ser tão mais feliz sem mim. EU TE AMO, EU TE AMO.

Revista norte-americana faz edição especial aos idosos do Rock que ja se foram.


A revista note-americana, Revolver, fez uma edição para os rockeiros que ja viram seu heróis passarem para o andar de cima.
Alista de nome dos rockeiros que esta na revista:
Ronnie James DIO (HEAVEN AND HELL, DIO)
The Rev (AVENGED SEVENFOLD)
- Peter Steeele (TYPE O NEGATIVE)
Dimebag Darrel (PANTERA)
Cliff Burton (METALLICA)
Kurt Cobain (NIRVANA)
Rhandy Roads (OZZY OSBOURNE)
Freddie Mercury (QUEEN)
Layne Stanley (ALICE IN CHAINS).

Keith Moon : Abra Alas para a lenda.


Nascido em 23 de Agosto de 1946, o garoto e conhecido por toca numa banda chama de " The Who " ( Conhece? ) kkkkkk.
Com estilo inovador e exuberante na bateria, Keith Moon Se tornou Um dos melhores baterista de sua geração, servindo de expiração para seus fã, Quanto na bateria ou não.
Mas a sua fama mesmo era de " destruidor ", não so na bateria, mas, também no pessoal. Conhecido como destruir hoteis, Casa de Amigos, sua própria casa , atirando objetos pelas as janelas, e como nao bastasse, Ele também destruía os banheiros com fogos de artifício, com certeza regado a drogas e muito álcool.
 Uma das histórias mais conhecidas narra a festa de seu 21o. aniversário: na ocasião, ele conduziu um Lincoln Continental direto para dentro de uma piscina - trata-se de uma controvérsia a veracidade ou não dos fatos, com Tony Fletcher, biógrafo de Moon, negando o episódio, enquanto Roger Daltrey afirma ter presenciado o prejuízo de 50 mil dólares.
A última noite de Keith Moon foi como convidado de Paul McCartney na estréia do filme The Buddy Holly Story. Depois de jantar com Paul e Linda McCartney, Moon e sua namorada, Annette Walter-Lax, deixaram a festa mais cedo e retornaram a seu apartamento em Curzon Place, Londres. Ele morreu dormindo, consequência de uma overdose do medicamento que ele estava usando em seu tratamento contra o alcoolismo.